O Catita

Antes Catita que Mau da Fita. O Catita - Piadolas e afins

Thursday, August 18, 2005

É à Tuga!

SER PORTUGUÊS É:

Levar arroz de frango para a praia.


Guardar aquelas cuecas velhas para polir o carro.


Ter tido a última grande vitória militar em 1385.


Guiar como um maníaco e ninguém se importar com isso.


Levar a vida mais relaxada da Europa, mesmo sendo os últimos de todas as listas.


Ter sempre marisco, tabaco e álcool a preços de saldo.


Receber visitas e ir logo mostrar a casa toda.

Por os máximos para avisar os outros condutores da polícia adiante.


Ter o resto do mundo a pensar que Portugal é uma província espanhola.


Exigir que lhe chamem "Doutor" mesmo sendo um Zé Ninguém.


Passar o domingo no "shopping".


Tirar a cera dos ouvidos com a chave do carro ou com a tampa da esferográfica.


Axaxinar o Portuguex ao eskrever.


Ir à aldeia todos os fins-de-semana visitar os pais ou avós.


Gravar os "donos da bola".


Ter diariamente pelo menos 8 telenovelas brasileiras na tv.


Já ter "ido à bruxa".


Filhos baptizados e de catecismo na mão mas nunca por os pés na igreja.


Ir de carro para todo o lado, aconteça o que acontecer.


Ter evacuado as Amoreiras no 11 de Setembro 2001.


Viver mal, e dizer que o governo que temos é bom.


Gracas a Deus, não ser espanhol.


Lavar o carro na fonte ao domingo.


Não ser racista, mas abrir uma excepção com os ciganos.


Levar com as piadas dos brasileiros, mas só saber fazer piadas dos alentejanos.


Ainda ter uma mãe ou avó que se veste de luto.


Viver em casa dos pais até aos 30.


Acender o cigarro a qualquer hora e em qualquer lugar sem quaisquer preocupações.


Ter bigode e ser baixinho(a).


Conduzir sempre pela faixa da esquerda.


Ter três telemóveis.


Jurar não comprar azeite Espanhol nem morto, apesar da maioria do azeite vendido em Portugal ser Espanhol.


Deixar a telenovela a gravar.


Organizar jogos de futebol solteiros e casados.


Ir à bola, comprar "prá geral" e saltar "prá central".


Gastar uma fortuna no telemóvel mas pensar duas vezes antes de ir ao dentista.


Super-bock, tremoços, caracóis e marisco.


Cometer 3 infracções ao código da estrada em 5 segundos.


Gracas a Deus, não ser brasileiro.


Algarve em Agosto.


Ir passear de carro ao domingo para a avenida principal.


Dizer "prontos" no fim de cada frase.


A ultima moda agora é colocar o colete reflector bem visivel no banquinho do condutor ou no lugar do pendura .

É bem á TUGA!! ;-)

Thursday, August 11, 2005

Politiquices


"Um ministro português recebeu, em Lisboa, um ministro angolano.
Simpático, o ministro português convidou o outro a ir lá a casa.
O ministro angolano foi e ficou espantado com a bela vivenda. Em bairro chiquérrimo e com piscina.
Com o informalíssimo dos luandenses pôs-se a fazer perguntas.

- Com um ordenado que não chega a mil contos limpos, como é que o meu
amigo conseguiu tudo isto? Não me diga que era rico antes de ir para o Governo?
O ministro português sorriu, disse que não, antes não era rico. E em jeito de quem quer dar explicações, convidou o outro a ir até à janela.

- Está a ver aquela auto-estrada?
- Sim - respondeu o angolano.
- Pois ela foi adjudicada por 100 milhões. Mas, na verdade, só custou
90... - disse o português, piscando o olho.

Semanas depois, o ministro português foi de viagem a Luanda. O angolano quis
retribuir a simpatia e convidou-o a ir lá a casa. Era um palácio, com varandas viradas para o pôr-do-Sol do Mussulo, jardins japoneses e piscinas em cascata. O português nem queria acreditar, gaguejou perguntas sobre como era possível um homem público ter uma mansão daquelas. O angolano levou-o à janela.

- Está a ver aquela auto-estrada?
- Não.
- Pois."

O Gato

Um alentejano queria livrar-se de um gato. Levou-o até a uma esquina distante e voltou para a casa. Quando chegou a casa, o gato já lá estava.
Levou-o novamente, agora para mais longe. No regresso, encontrou o gato novamente em casa.
Fez isso mais umas três vezes e o gato voltava sempre para casa.
Furioso, pensou:"Vou lixar este gato!"
Pôs-lhe uma venda nos olhos, amarrou-o, meteu-o num saco opaco e colocou-o na mala do carro. Subiu à serra mais distante, entrou e saiu de diversas estradinhas, deu mil voltas... e acabou por soltar o gato no meio do mato.
Passados uns dois dias, o alentejano liga para casa.
- Tá, Maria, o gato já chegou?
- Sim...
- Ainda bem, deixa-me falar com ele porque eu estou perdido...

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